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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Origami

A palavra Origami quer dizer arte de dobrar papel. É uma técnica muito antiga que foi criada pelos membros da Corte Imperial do Japão. Era considerada entretenimento, mas após se popularizar, passou a ser arte. Historicamente, o Origami se popularizou à medida em que o papel ficou mais barato. Mesmo assim, os mais pobres economizavam utilizando pequenos pedaços.
Esta arte contribui amplamente na educação, atuando no aprimoramento intelectual. Isto porque demanda alta concentração, incentiva a capacidade de criar e aperfeiçoa as habilidades manuais.
Para fazer um Origami, são utilizados papéis quadrados e, tradicionalmente, não são feitos cortes ou colagens (apesar de não serem proibidos). As dobraduras seguem estilo geométrico.

Gravura

Gravura não é:
-Imagens impressas (em impressora)

Gravura é:
-Técnica específica de impressão e reprodução de imagens através de uma matriz.


  • Litogravura - Gravura na qual a matriz é feita em pedra.
  • Xilogravura - Gravura na qual a matriz é feita em madeira.
  • Gravura em metal - Para essa técnica, normalmente é utilizado o cobre na matriz. Existem diversas técnicas de gravura em metal. Entre elas, podemos destacar: água-forte e água-tinta.

Wassily Kandinsky



Kandinsky foi o primeiro pintor do ocidente a produzir obras abstratas. Era russo e formado em Direito, mas se apaixonou pela pintura ao assistir a uma exposição de quadros impressionistas. Kandinsky, no começo da carreira, deu preferência à pintura de paisagens ao ar livre em detrimento da pintura realista de modelos vivos, mostrando nítida influência do Impressionismo. No início do século XX, começou a produzir suas obras abstratas. Suas primeiras obras tiveram como inspiração a música. Junto com August Macke e Franz Mare, em 1911, formou o grupo “O Cavaleiro Azul”, que se manteve até 1914.
Com a chegada da Primeira Guerra Mundial, em 1914, Kandinsky deixou a Alemanha e seguiu para a Suíça. Tempos mais tarde, ainda sob as consequências da guerra, o artista voltou à Rússia, retornando à Alemanha somente em 1921.
Kandinsky foi professor da Bauhaus, escola alemã de design, arte e arquitetura até seu fechamento pelo governo nazista, em 1933. Após o fechamento da escola, Kandinsky seguiu para Paris, onde permaneceu até a sua morte, adotando nacionalidade francesa.
Mesmo doente, o artista produziu até o fim de sua vida. Kandinsky morreu no dia 13 de dezembro de 1944, na França, aos 78 anos de idade. Suas principais obras têm muitas figuras geométricas.

Teoria musical

A teoria musical é tida por muitos como uma coisa chata e difícil, mas quando compreendida torna-se fácil e muito interessante, pois nos faz entender, questionar, definir e descrever o que tocamos ou mesmo cantamos. A teoria musical pode ser lida e estudada em qualquer parte do mundo graças à sua padronização; quando a conhecemos e a dominamos, temos acesso a ilimitadas matérias para estudo.
Música é a arte de expressar nossos sentimentos através dos sons e a teoria é o conjunto de conhecimentos que propõe explicar, elucidar e interpretar o que ocorre nesta atividade prática, pois a teoria sem prática é como fé sem obras (morta).
Portanto, música, além da ciência dos sons, é arte e criatividade, e, apesar apesar de todo conhecimento teórico, o som, princípio básico da existência da música, é gerado pela prática. Enfim, a prática e a teoria devem caminhar juntas.

O som
Como já dissemos anteriormente, o princípio da música é o som, ele é produzido por movimentos de corpos vibratórios, os quais transmitem essa vibração para o ar em forma de ondas sonoras, que, chegando aos nossos ouvidos, são interpretadas de acordo com suas propriedades:
Intensidade: É a propriedade do som de ser fraco ou forte (dinâmica, volume).
Altura: É a propriedade do som de ser grave, médio ou agudo.
Timbre: É a característica que permite identificar o que deu a origem ao som; é através do timbre que distinguimos o som de um piano, da flauta, da voz humana ou de qualquer instrumento. Podemos identificar de quem é a voz pelas qualidades e características, isso é reconhecer o seu timbre.

A música
A música é constituída por três elementos:
Ritmo: Elemento primordial e mais primitivo, é a divisão ordenada do tempo, a pulsação, a batida da música. Exemplos de instrumentos de ritmo: instrumentos de percussão (bateria, pandeiro, tamborim, etc.).
Melodia: É a sucessão de sons (uníssonos) em sequência, repetindo ou variando tempo, altura e intensidade. Exemplos de instrumentos de melodia: aqueles que tocam apenas uma nota por vez, como os de sopro (saxofone, flauta, clarinete, oboé, etc.) e a própria voz humana.
Harmonia: É o conjunto de sons combinados simultaneamente, formando acordes. A harmonia é a ciência da combinação de sons. Exemplos de instrumentos de harmonia: todos aqueles que podem soar notas simultâneas (piano, violão, órgão, harpa, etc.).

Referência:


Teoria da cor


  • Cores primárias: Cores que não se formam a partir de misturas com outras cores. A partir da mistura de duas cores primárias, chegaremos às cores secundárias.
  • Cores secundárias: Resultam da mistura de duas cores primárias.
  • Cores terciárias: São cores formadas pela mistura de uma cor secundária com uma cor primária.
  • Cores quentes e cores frias: São chamadas assim pela impressão que causam quando olhamos. Cores quentes lembram o sol e o fogo. Cores frias lembram a água e o gelo.
  • Cores neutras: São usadas para criar forma, não interferem na harmonia.
  • Cores pastel: São claras. Qualquer cor misturada com branco.
  • Cores complementares: São aquelas que ocupam lugares opostos no círculo cromático. Há um contraste porque, entre elas, não existe nada em comum. Juntas, são usadas para dar destaque.
  • Cores análogas: São cores que se encontram próximas no círculo cromático. Têm harmonia natural por serem parecidas.

Ponto, linhas, movimento e Grafismo

Ponto, linhas e movimento

O ponto é o menor elemento visual que podemos encontrar. A linha é formada pela sequência de pontos muito próximos. Ela constitui um dos elementos mais importantes da linguagem visual.
As linhas possuem várias características. Podem ser fracas, fortes, redondas, retas, curvas, coloridas, contínuas, etc.. Cada tipo de linha ou conjunto dela nos traz uma informação, delimita fronteiras, dá noção de profundidade e provoca diversas sensações.
A linha reta é firme, estável e nos passa a sensação de segurança e solidez. Quando é apresentada na forma horizontal, pode passar a a ideia de quietude, quando na vertical, pode sugerir elevação espiritual. A espiral é envolvente, sinuosa e suave. Pode transmitir a sensação de sonho e movimento ritmado. A curva dá a impressão de dinamismo e a poligonal tende a ser entendida como agressiva.

Com base nas informações acima, expresse em apenas uma linha os seus sentimentos no momento.

Grafismo

Podemos classificar como grafismo a arte que prioriza as formas, cores e detalhes. Nesse tipo de representação, a figura é deixada de lado. Isso significa que não veremos figuras representadas como o sol, uma casa, etc., mas veremos sequências de linhas retas ou curvas claramente definidas e muito bem executadas. O elemento principal dessa técnica é a linha em suas mais variadas formas, que se repete proporcionalmente para formar um padrão que confere ritmo e equilíbrio ao desenho. Podemos encontrar o grafismo na cultura indígena e africana, na moda, na fotografia, etc..
O grafismo na cultura indígena tem relação direta com a natureza na construção de seus desenhos. A técnica é usada na pintura corporal, na confecção de utensílios ou adornos. Cada tribo desenvolve seu padrão e, através dele, retrata sua cultura.

 Na fotografia, o grafismo é usado para compor imagens geométricas com fundo absolutamente estético. São as fotos que apresentam detalhes arquitetônicos de construções, objetos coloridos ou situações em que a forma é mais importante que o conteúdo.